CRVR
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O que fazemos

A CRVR é uma empresa especializada no tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos, que busca ser a melhor empresa e ser referência no seu mercado de atuação, através da implantação de práticas inovadoras, sustentáveis e ambientalmente seguras. Para materializar esta visão, a CRVR busca oferecer e operar soluções integradas na área de tratamento de resíduos utilizando tecnologias consagradas e diferenciadas, com uma equipe totalmente qualificada. Estas soluções contribuem para o desenvolvimento sustentável da sociedade gaúcha promovendo a satisfação dos clientes, acionistas e colaboradores.

Unidades:

  • Triagem
  • Tratamento de efluentes
  • Infraestrutura administrativa

 

Triagem

A Política Nacional de Resíduos Sólidos determina que os geradores devam tomar ações de acordo com a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. Sabe-se no entanto que estes passos serão atingidos com maciço investimento em educação ambiental. Assim, mesmo sendo uma condição de separação em que os resíduos já estão contaminados uns pelos outros, a unidade de triagem constitui-se um importante elemento do sistema, em que, por meio da triagem, os resíduos recicláveis são separados dos demais, proporcionando seu reaproveitamento com o retorno de materiais ao ciclo produtivo.Isso diminui o volume que será destinado ao aterro e contribui para o aumento da vida útil do empreendimento.

Aterro sanitário

O aterro sanitário é um espaço destinado à disposição final de resíduos sólidos gerados pela atividade humana, que segue princípios da engenharia e normas operacionais específicas que permite o confinamento seguro em termos de controle de poluição ambiental, proteção ao meio ambiente e saúde pública.

Soluções para tratamento de efluentes

Faz parte do processo operacional dos aterros sanitários uma estação de tratamento para seus efluentes líquidos. A CRVR dispõe de tecnologias diversificadas para o tratamento. Podendo ser pelo método biológico através da combinação de filtros biológicos, lagoa aerada, lagoas facultativas e banhados construídos (wetlands). Como também pelo método físico-químico através da combinação de nanofiltração e osmose reserva e por tratamento externo.

Sistema de captura e queima controlada de biogás

A CRVR implantou de forma pioneira no sul do país, um novo sistema de captura e oxidação térmica do biogás gerado em seu aterro localizado em Minas do Leão. A empresa recebeu a aprovação da Organização das Nações Unidas (ONU) para a execução do projeto, o que a autorizou a operar no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto.

Com o novo sistema, a empresa chega a destruir até 98% do gás metano presente na composição do biogás gerado em seu aterro sanitário, correspondente a uma redução anual de 400 mil toneladas equivalentes de CO2. O metano é o principal gás produzido pela decomposição biológica dos resíduos, sendo 25 vezes mais prejudicial ao meio ambiente do que o gás carbônico. Os efeitos da queima do biogás contribuem para a redução da emissão de gases do efeito estufa e a preservação do meio ambiente. O processo, cujo investimento é de R$ 6 milhões de reais, é composto por dois sistemas. Um de captação (válvulas e tubulação para interligação dos drenos de gás) e outro de queima que utiliza sopradores, painéis e uma torre de 16 metros de altura por 4,5 metros de diâmetro externo, pesando 22 toneladas e confeccionada em aço carbono. A principal contribuição do projeto é com a qualidade de vida e melhoria do meio ambiente na medida em que o processo captura o gás metano, que é 25 vezes mais agressivo à camada de ozônio, e na queima transforma em CO2.

Aproveitamento energético

Os efeitos da queima do biogás contribuem para a redução da emissão de gases do efeito estufa e a preservação do meio ambiente. A CRVR inaugurou no ano de 2015 uma unidade de geração de energia na Central de Resíduos do Recreio localizado na cidade de Minas do Leão/RS. A unidade geradora tem uma potência de 8,5 MWh, podendo atender uma população de aproximadamente 100 mil habitantes.

Dentro do desdobramento deste projeto está em desenvolvimento a implantação de mais duas Unidades de Valorização Energética nas Centrais de São Leopoldo e Santa Maria.